quarta-feira, 24 de junho de 2009

ESTATUTO INTERNO, RELAÇÃO DE PROFESSORES DO GKC E O HINO DO GRUPO.

A ASSOCIAÇÃO FOLCLORICA GRUPO"K" DE CAPOEIRA RECEBEU ESSE NOME EM RAZÃO DA PALAVRA AFRICANA: KRIEGSSPIEL QUE SIGNIFICA JOGO DE DE GUERREIRO COMO FOI CLASSIFICADO POR JOHAN MORITZ RUGENDAS UM DOS GRANDES ARTISTAS PLASTICOS E DEDICADO PESQUISADOR DE NOSSA ARTE.

ASSOCIAÇÃO FOI CRIADA COM UMA PROPOSTA PEDAGOGICA DE EDUCAÇÃO E SÓCIALIZAÇÃO DO INDIVIDUO.
NESTAS PROPOSTAS FORAM CRIADOS VARIOS PROJETOS SOCIO- EDUCACIONAIS COMO: O PROJETO CAPOEIRA NA ESCOLA E O PROJETO CURUMIM, QUE TEM COMO OBJETIVO MAIOR, O RESGATE DE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE RISCO.

TENDO REPRESENTANTES NO MARANHÃO, PIAUI, CEARÁ E NA COLOMBIA, PRETENDEMOS EXTENDER NOSSO TRABALHO EM OUTROS ESTADOS E PAISES, COM O OBJETIVO DE FORTALECER A NOSSA ARTE CAPOEIRA.












ASSOCIAÇÃO FOLCLORICA GRUPO "K" DE CAPOEIRA FUNDADA EM 20 DE MAIO DE 1994. TENDO SIDO REGISTRADA EM CARTORIO SÓ NO DIA 20 DE MAIO DE 2000. Nº DE REGISTRO DE PESSOA JURIDICA 18806.


ENDEREÇO PARA CORRESPONDENCIA: 1ª TRAVESSA: VENCESLAU BRÁS, CASA - 22 - A, BAIRRO: DIAMANTE - CENTRO DE SÃO LUIS. CEP:65020-640


TENDO COMO FUNDADOR, PRESIDENTE E DIREÇÃO GERAL: CARLOS ADALBERTO A. COSTA ( MESTRE MILITAR ).

VICE- PRESIDENTE: JOUBERT SANTOS ( MONITOR FEIJÃO ).

SECRETARIA: DERLÃNDIA DE JESUS

TESOUREIRA: DARCENIR GUTEMBERG ( MONITORA DARCENIR ).

PRESIDENTE DO CONSELHO FISCAL: TÔNIA MICHELLE ( PROFº MICHELLE ). E SEUS SECRETARIOS.


ART:1º A ASSOCIAÇÃO GRUPO "K" DE CAPOEIRA É UMA ENTIDADE COM FINALIDADE LIGADA A EDUCAÇÃO, AO SOCIAL E AO CULTURAL VISANDO A MELHORIA DE QUALIDADE DE VIDA, E É CONSTITUIDA DE NUMEROS ILIMITADO DE SÓCIOS, SEM DISTINÇÃO DE COR, SEXO, PROFISSÃO, CREDO RELIGIOSO, POLITICO QUE PASSA A SER REGIDA PELO PRESENTE ESTATUTO.


ART:2º A ASSOCIAÇÃO GRUPO "K" DE CAPOEIRA COM SEDE E FÓRUM NO MUNICIPIO DE SÃO LUIS DO MARANHÃO, GOZA DE AMPLA AUTONOMIA POLITICA E ADMINISTRATIVA, AS QUAIS EXERCER-SE-ÃO NA FORMA DA LEI E DESSE ESTATUTO.

PARAGAFO UNICO: E VEDADA A PARTICIPAÇÃO DESTA ASSOCIAÇÃO EM QUAL QUER ATIVIDADE OU ATO QUE ESTEJAM EM DESACORDO COM SEUS INTUITOS.


ART:3º CONSTITUEM OBJETIVOS PRECIPUOS DA ASSOCIAÇÃO:

A) IDEALIZAR E CONCRETIZAR PROJETOS QUE VISEM PROPORCIONAR A REEDUCAÇÃO DOS NOSSOS JOVENS COM A CAPOEIRA.

B) IMPLANTAR ESTA FORMA DE EDUCAÇÃO EM TODAS AS COMUNIDADES CARENTES, ASSOCIAÇÕES, UNIÕES DE MORADORES, ESCOLAS ESTADUAIS E MUNICIPAIS LEVANDO UMA FORMA DIFERENTE DE EDUCAR COM A CULTURA.

C) DESENVOLVER COLETIVAMENTE ATIVIDADES QUE VISEM A PROMOÇÃO E O APERFEIÇOAMENTO CULTURAL DOS ASSOCIADOS, PARA QUE MELHOR POSSAM DESEMPENHAR SUAS OBRIGAÇÕES COMUNITÁRIAS.

D) REPRESENTAR OS ASSOCIADOS, INDIVIDUAL E COLETIVAMENTE, PERANTE AUTORIDADES ADMINISTRATIVAS, JUDICIÁRIAS E QUAISQUER ÓRGÃOS E PESSOAS JURIDICAS DE DIREITO PÚBLICO OU PRIVADO.



ESTATUDO INTERNO DO G “K” C


ESTE ESTATUTO VISA A SOCIALIZAÇÃO DE NOSSOS ALUNOS INICIANTES, GRADUADOS E PROFESSORES ATRAVES DE DEVERES E OBRIGAÇÕES QUE AQUI ESTÃO EXPRESSOS EM SEUS ARTIGOS.



ESTES SÃO OS DEVERES E OBRIGAÇOES QUE O ALUNO DEVERÁ FAZER CUMPRIR PARA MANTER A MORAL E OS BONS CUSTUMES DENTRO E FORA DA ACADEMIA.


1 – DEVERES:


ART: 01 - ACATAR AS ORDENS DADAS PELOS SEUS GRADUADOS, MONITORES, INSTRUTORES, PROFESSORES E MESTRES. RESPONSABILIZAR-SE PELOS INSTRUMENTOS, ASSIM COMO TAMBEM PELA HIGIENE DO SEU UNIFORME E ESPAÇO DE TREINO.
ESTAR DEVIDAMENTE UNIFORMIZADO NAS RODAS, TREINOS OU APRESENTAÇÕES COM CAMISA E ABADÁ DO GRUPO “K” DE CAPOEIRA.

ART: 02 – RESPEITAR SEUS GRADUADOS, MONITORES, INSTRUTORES, PROFESSORES E MESTRES. ZELAR PELA HARMONIA ENTRE OS COLEGAS NA ACADEMIA E FORA DELA.

ART: 03 – ZELAR PELA INTREGRIDADE FISICA DE SEU PARCEIRO, NUNCA USAR UTENSILIOS CORTANTES OU PERFURANTES NOS TREINOS OU RODAS, ASSIM COMO: RELOGIOS, CORDÕES, UNHAS GRANDES, PULSEIRAS E ETC.

ART: 04 – NUNCA DEIXAR QUE PESSOAS ALCOOLIZADAS OU TOMADAS POR ALGUM TIPO DE SUBSTANCIA TOXICA PARTICIPEM ATIVAMENTE DOS TREINOS OU RODAS.
ART: 05 - TODO GRADUADO, PROFESSOR, MESTRANDO OU MESTRE. TEM AUTONOMIA PARA CONDUZIR SEU TRABALHO SEM A INFLUENCIA DE QUAL QUER OUTRO MAIS  GRADUADO DE SUA CIDADE, ESTADO OU PAIS.  O MESMO SÓ TERÁ  QUE DÁ SATISFAÇÕES, REPORTAR-SE OU DIRIGIR-SE.  APENAS A DIRETORIA GERAL DO GRUPO. ( MESTRE MILITAR OU A OS MESTRANDOS E MESTRE QUE COMPÕEM A DIREÇÃO DO GRUPO ).


2 – OBRIGAÇOES:


ART: 01 - RESPEITAR SEU MESTRE PROFESSORES E GRADUADOS, OBSERVAR AS DISCIPLINAS DURANTE OS TREINOS, NÃO PERDER DE VISTA OS MOVIMENTOS DO PARCEIRO, NÃO SE VIRAR DE COSTA PARA O PARCEIRO QUANDO ESTIVER NO JOGO.

ART: 02 – OBEDECER AS INSTRUÇÕES NA HORA DO TREINO, PRATICAR DIARIAMENTE OS MOVIMENTOS QUE ESTÁ APRENDENDO.

ART: 03 – OBDECER O COMANDO DO BERMBAU DURANTE A PRATICA DA CAPOEIRA.

ART: 04 - FICA NA RESPONSABILIDADE DE TODOS OS GRADUADOS E FILIADOS REPASSAR PARA A SEDE DO GRUPO A IMPORTANCIA DETERMINADA PELA DIRETORIA PARA MANUTENÇÃO DE SUAS FILIAÇÕES E REGISTROS QUE PODEM SER CORRIGIDA E ACRESCENTADO JURUS POR FALTA DE PONTUALIDADE.

ART: 05 – QUE FIQUEM CIENTES TODOS A QUEM FOI DADO AUTONOMIA PARA REALIZAR BATIZADOS QUE TERÃO QUE REPASSAR PARA A SEDE, 40% DO VALOR TOTAL DE CORDAS SE AS CORDAS FOREM COMPRADAS FORA DO GRUPO. FICA
I.1 - TAMBEM INFORMADO QUE AO COMPRAR AS CORDAS NO GRUPO O GRADUADO REPASSAR A SEDE DO GRUPO APENAS 10% DO VALOR TOTAL DE CORDAS.
I.2 - TODO EVENTO COM ENTREGA DE CORDAS E TROCA DE CORDAS DEVERÃO SER REALIZADOS SOMENTE COM A PRESENÇA DE UM MESTRE OU MESTRANDOS DO GRUPO.
ART: 06 - FICA CIENTE A QUEM DE DIREITO QUE A FORMAÇÃO DA BATERIA DO GRUPO É 03 BERIMBAUS, 01 PANDEIRO E 01 ATABAQUE, PODENDO O ATABAQUE SER RETIRADO EM ALGUMAS OCASIÕES.














OBS: I.1 - A FORMAÇÃO SE DÁ COM OS BERIMBAUS,ATABAQUE E PANDEIRO DO LADO ESQUERDO. I.2 - A GRADUAÇÃO, ASSIM COMO O ESCUDO DO GRUPO NO ABADÁ É USADO AO LADO ESQUERDO DO UNIFORME. I.3 - FICOU DECIDIDO EM ASSEMBLEIA GERAL DESDE O DIA 14 DE NOVEMBRO DE 2011, QUE A CAMISA OFICIAL DA ASSOCIAÇÃO GRUPO " K " DE CAPOEIRA É CAMISA OU CAMISETA PRETA E ABADÁ BRANCO. FICANDO DECIDIDO TAMBEM QUE NÃO SERÁ PERMITIDO AO INTEGRANTE DO GRUPO " K " DE CAPOEIRA , QUANDO O MESMO ESTIVER DE USO DE SUA CALÇA DE PASSEIO, USAR SUA GRADUAÇÃO.



PARAGRAFO 01


TODA E QUAL QUER ATITUDE CONTRARIA QUE O ALUNO DESTE GRUPO DE CAPOEIRA VIER A TOMAR ACARRETARÁ PRA ELE PUNIÇÕES QUE SERVIRÃO PARA REEDUCA-LO.
ESTAS PUNIÇÕES VÃO DESDE ADVERTÊNCIA AO DESLIGAMENTO TOTAL DO GRUPO.

DEIXANDO CLARO QUE ESTAS PUNICÕES PODERAM SER APLICADA COM MAIS RIGOR PELO APLICANTE SE O FALTOSO TRATAR-SE DE GRADUADOS, MONITORES, INSTRUTORES, PROFESSORES, MESTRANDOS OU MESTRES.

Art: 1 – ADVERTENCIA VERBAL DE 01 Á 05 DIAS DE AFASTAMENTO DO TREINO. NO TERMINO DESTA PUNIÇÃO O ALUNO PERMANECERÁ NO COMPORTAMENTO BOM.

Art: 2 – ADVERTENCIA DE 05 Á 15 DIAS DE AFASATAMENTO DO TREINO. NO TERMINO DESTA PUNIÇÃO O ALUNO ESTARÁ NO COMPORTAMENTO REGULAR.

Art: 3 - ADVERTENCIA DE 15 Á 20 DIAS DE AFASTAMENTO DO TREINO. NO TERMINO DESTA PUNIÇÃO O ALUNO ESTRÁ NO COMORTAMENTO MAU.

Art: 4 - DESLIGAMENTO TOTAL DO GRUPO. ESTA PUNIÇÃO SERÁ APLICADA QUANDO AO CHEGAR NO COMPORTAMENTO MAU O ALUNO NÃO DEMOSTRAR NEM UMA MELHORIA DE SEU COMPORTAMENTO.


I . 1 - O ALUNO QUE ESTIVER DE PUNIÇÃO NÃO SERÃO TIRADAS DELE AS RESPONSABILIDADES MENSAIS DA ACADEMIA COMO: O SEU COMPARECIMENTO EM REUNIÕES E PAGAMENTOS DE MENSALIDADES.

I . 2 - TODO ALUNO QUE ESTIVER DANDO AULA E FOR PUNIDO SERÁ SUBSTITUIDO E Á SEU SUBSTITUTO SERÁ DIRECIONADO OS PAGAMENTOS DE MENSALIDADES DO NUCLEO.

PARAGRAFO 02



DEVO LEMBRAR QUE ESTE ESTATUTO É SOMENTE PARA REEDUCAR E MANTER O RESPEITO E A ORDEM DETRO E FORA DO RECINTO DE TREINO.



AGRADECE A DIRETORIA.



SÃO LUIS – MARANHÃO – BRASIL EM 20 DE MAIO DE 2000


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RELAÇÃO DE PROFISSIONAIS DA CAPOEIRA QUE SOMAM COM SEU TALENTO PARA O CESCIMENTO E O FORTALECIMENTO DA CAPOEIRA, ATRAVES DA ASSOCIAÇÃO GRUPO " K " DE CAPOEIRA.


VENHA FAZER PARTE DE NOSSA FAMILIA!!!!!



MESTRE MILITAR - MESTRE DE 2º- GRAU ( CORDA VERMELHA E BRANCA )- SÃO LUIS / MARANHÃO. 19 / 05 / 1971.




CARLOS ADALBERTO A. COSTA ( MESTRE MILITAR ) CRIADOR E FUNDADOR DA ASSOCIAÇÃO GRUPO K DE CAPOEIRA.
Iniciei na Capoeira em 1982 com 11 anos de idade com o Mestre Neguinho no Grupo de Capoeira Angolano na Escola de Dança Pró-Dança que era localizada na Rua 13 de maio no Centro. Onde treinei como bolsista por 4 anos. Por meus pais não gostarem da Capoeira, muitas vezes eu tinha que fugir de casa para participar de algumas rodas, nestas pequenas fugas de casa conheci muitos bons Capoeiristas como: o Mestre Coquinho que no ano de 2003 fiz o que as Federeções existende em meu estado não fizeram, o Reconheci á Mestre. junto com ele foi reconhecido mais 03 Mestre que contribuiram pela construção da historia da capoeira do Maranhão como os Mestres D'Paula, Sebá e Pelé.
Ao Mestre coquinho devo o meu aprendizado tambem. Treinei com ele na extinta FEBEM localizada na Fonte do Bispo no Bairro da Madre Deus - Centro.


Participei no XV Jem’s de 1987, no governo de Cafeteira, atraves do Profº de Ed. Fisica da Escola São Lazaro, a qual eu estudava na epoca. Nesta Competição levei a 1ª colocação.

Após isso participei de Mostras de capoeira como: a 1ª Mostra de Capoeira do Centro de Cultura Negra do Maranhão - CCN no ano de 1988.

e de Campeonatos como o 1º Inter - Bairro realizado pela Associação de Capoeira Aruandê de Mestre Pirrita e Aruanda do Mestre Jorge Navalha em março de 1988

Logo após fiz parte do Grupo de Capoeira Quilombo dos Palmares do Centro de Cultura Negra que era composto por Evandro ( hoje Mestre do Grupo Mara Brasil ), Militar, Nijon, Manoel, Mizinho ( hoje Mestre Mizinho do grupo Arte Maranhão ), Careca, Wilson, Assis e outros, por falta de organização resolvi sair após 1 Ano e Meio, e passei a treinar com o Mestre Roberto conhecido como: Mestre Jacaré que lecionava em uma academia de karatê, localizada na Rua 18 de novembro, no bairro da Camboa até o ano de 1990.
Em 1991, dei formação ao grupo Nagoas que era sediado provisoriamente na Associação de Moradores na rua da Brasília - Bairro da Liberdade, este grupo tinha em sua formação muitos bons capoeiristas, oriundo de outros grupo como: Careca, Juricabra, Abacate, Cudinho, Mata rato, Daniel, Wilson, Junior de Assis, Cabecinha ( hoje contra-mestre do Grupo Liberdade Negra ), e o Cacá (hoje contra-mestre do Grupo Ludovicense) entre outros.
Apesar de bons capoeiristas fazerem parte do grupo na época, isso me redeu uma má fama, por quer muitas das vezes nos envolviamos em confusões só para ter o prazer de testar nossos golpes, mas essa atitude rendeu a muitos do grupo inclusive a mim a fama de desordeiro.

Mais tive que passar por tudo isso e me conscientizar que a educação que meus pais e alguns Mestre me passaram. não devia eu mancha-la por atos involuntários, apenas pela empolgação da arte e copiando o que costumava ver outros capoeiristas fazendo, muitas vezes acabava-mos com rodas de outros grupos só pra mostrar que eramos valentões.

Em 1994, deixei de compor o grupo Nagoas e no mesmo ano dei formação ao Grupo “K” de Capoeira com o objetivo de Resgate e Profissionalização da Capoeira em nosso estado. com isso criei o Projeto Capoeira na Escola, o Projeto Curumim, o Projeto Capoeira na Praça, com objetivo de educar e socializar Crianças e Jovens em situação de risco.
Tambem criei o Projeto Capoeira para Turista Ver, que tem a finalidade de ultrapassar barreiras Internacionais, fazemdo apresentações em Hoteis, em periodo de visitação Turisticas com objetivo da valorização da Arte Capoeira praticada no Maranhão.

No Ano de 1998, me formei Contra-Mestre pela Associação de Apoio à Capoeira
Associação dirigida por Antonio Alberto Carvalho (Mestre Paturi), a partir daí passei a fazer viagens para ter contato com outros capoeiristas e nessas viagens resolvi conhecer Salvador no ano 2000, onde entrei em contato com bons Capoeiras e Mestres como: Neco, Boca Rica, Lua hasta, Cebolinha, Nenel (filho de Bimba), Cafuné e muitos outros alunos de Bimba que compõem a Fundação Mestre Bimba. Também conheceu o Sr. Reinaldo Santana (O Mestre Bigodinho),que foi aluno do Mestre Waldemar da Paixão.


Atraves de conhecimentos me formei à Mestre com O Mestre Bigodinho.


Hoje em todos os lugares que passo, sinto-me na obrigação de divulga não só o meu trabalho mais também o nome do meu Mestre Bigodinho.


Em 07 de Setembro de 2006, Desfilei junto as Forças Armadas com o meu grupo ao governador José Reinaldo e Milhares de Pessoas.

já tinha feito isso em outros anos por escolas que trabalho. mais esse feito me fez sentir o que talves Mestre Bimba talves tenha sentido.

Sabendo ele que era só um Capoeirista mais tinha o conhecimento que poucos tinham e aproveitou para se tornar a Grande Estrela e Atração Unica daquele dia. pois foi assim que me senti e que todos fiquem sabedores e que reconheçam ou não foi atavés de Meu trabalho com a Capoeira nas Escolas e nos meios Militares que a Capoeira está tendo e uma boa aceitação em nosso Estado.

assim como Devemos ao grande Mestre Bimba por Façanhas como essa que nos estimula a cada dia.

Salve Grande Mestre que o senhor continui Iluminando o nosso Trabalho !!!


PROJETOS QUE JÁ PARTICIPEI E PARTICIPO:

PROJETO ORFÃO DE MIM - COM A 1ª PROMOTORIA DE INFANCIA.
PROJETO CAPOEIRA EM SENA - COM O SESC - MARANHÃO.
PROJETO ESCOLA DE VIDA - COM A SECRETARIA DE EDUCAÇÃO DO ESTADO.
PROJETO 2º TEMPO - SECRETARIA DOS ESPORTES DO ESTADO DO MARANHÃO E O MINISTERIO DOS ESPORTES.
PROJETO ESCOLA ABERTA - SECRETARIA DE ED. DO ESTADO E DO MUNICIPIO.
PROJETO MAIS EDUCAÇÃO - SECRETARIA DE ED. DO MUNICIPIO.


CONTATO: OI - 098 - 8862 2162 / TIM - 8146 6071 / CLARO - 8428 9809

E-MAIL: mestremilitar@hotmail.com / mestremilitarmaranhao@yahoo.com.br

FACEBOOK: http://www.facebook.com/#!/mestremilitar

ORKUTs: grupogkccapoeira@hotmail.com / mestremilitar@hotmail.com / m.militar@hotmail.com / mestrem_maranhao@hotmail.com






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MESTRANDA - MICHELLE / SÃO LUIS - MA.



















TÔNIA MICHELLE - Conheci o Mestre Militar através de uma amiga que estudava em uma das Escolas que ele dava aula, nós saíamos em uma dança e coincidia de os nossos ensaios serem no mesmo dia de aula dele e toda vez q a gente saia do ensaio encontravámos com ele e em uma dessas vezes ela nos apresentou.
Daí então a gente sempre conversava e eu falei pra ele que tinha maior vontade de aprender Capoeira,mais a minha família não deixava, descriminava a capoeira dizia que era coisa pra homem pra marginal como eu ainda estudava, em nossos contatos ele teve a idéia de implantar a Capoeira também na Escola que eu estudava ai eu pensei essa é uma ótima oportunidade pra eu poder começar á praticar.
Iniciei a praticar a Capoeira no dia 21 de Setembro de 2000. E logo me encantei com essa maravilhosa Arte e continuo treinando até hoje com muita dedicação e profissionalismo me aperfeiçoando a cada dia.  E com muito treino,dentro dos fundamentos e tradições da Capoeira . No dia 16 de Julho de 2011 fui Reconhecida a Mestranda Corda Roxa e Branca. Espero poder contribuir com meus conhecimentos na formação de jovens Capoeiristas.

Eu só posso todo dia agradecer á Deus e pedir á ele que dê saúde, muito conhecimento á meu Mestre para que a cada dia mais ele possa resgatar vidas pra esse mundo tão maravilhoso que é a Capoeira e me dê muitos anos de vida pra ver o sucesso do nosso Grupo.



TÔNIA MICHELLE R. VIANA, 13/06/1984


ORKUT:prof.michellegkc@hotmail.com






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MESTRANDO - CARANGUEIJO / SÃO LUIS - MA.





















RENATO SERGIO C. GOMES, 10/12/1984 -



























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PROFESSOR CANIVETE / - COLÔMBIA.



























































































ESTE TRABALHO É REALIZADO NA COLÔMBIA.









POR ESTES GRANDES PROFISSIONAIS DA CAPOEIRA. REPRESENTANDO O GRUPO " K " DE CAPOEIRA, SOB A SUPERVISÃO DO MESTRE MILITAR.






  


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PROFESSOR LUIS CARLOS - SÃO BENEDITO - CE

































































































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INTRUTOR ANDRÉ - SÃO BENEDITO - CE
































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MONITOR LOURÃO - IPU - CE





























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ESTAGIARIO IVAN / SANTA LUZIA - MA.





























ALDIVAN PINHEIRO MORENO .

SOU NASCIDO EM ZÉ DOCA DO MARANHÃO, INICIEI A CAPOEIRA EM 1993, NO GRUPO RAIZES DA AFRICA E QUANDO FIZ RESIDENCIA NO MATO GROSO PASSEI A TREINAR NO GRUPO ACAULF - COM O MONITOR FERNADES. EM 2003 VOLTEI PARA SANTA LUZIA DO MARANHÃO, ONDE ENCONTREI UM GRANDE TRABALHO SENDO DESENVOLVIDO PELO GRUPO " K " DE CAPOEIRA E RESOLVI ME FILIAR NO ANO DE 2004.
HOJE SOU MONITOR E TENHO SOMADO PARA O CRESCIMENTO DESTE TRABALHO EM MINHA CIDADE. JUNTO AO MESTRE MILITAR QUE TEM ME DADO TODO APOIO.

EU SÓ TENHO AGRADECER AO MEU MESTRE MILITAR POR TUDO, AXÊ MEU MESTRE !!


ALDIVAN PINHEIRO MORENO
CONTATO: 098 - 8151 3286









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PROFESSOR - GRAVETO / MATA ROMA - MA.


























WELLINGTON V. DOS SANTOS, 11/05/1981 - 29 Anos, Casado, Natural de São Luis - Ma
Comecei a treinar Capoeira no ano de 1999 até 2003 como o Profº. Fuzué.
Ainda no ano de 2003 fui treinar no grupo Jogo de Dentro com o Mestre Generoso, em 2006 por motivo de força maior mudei de cidade, vim morar em Mata Roma - maranhão e acabei me desligando do grupo.

Em 2007 conheci o Mestre Militar que realizava um Trabalho nesta cidade e resolvi engressar no Grupo K de Capoeira.
Desde então estou Representando a Associação Grupo K de Capoeira em Mata Roma - Ma , Anapurus - Ma , Realizando um Trabalho com Crianças e Adolecentes em Situação de Risco.

Hoje agradeço ao Mestre MIlitar pela oportunidade e o prazer de Fazer parte desta Familia.

Tenho Orgulho de poder Praticar essa Arte Capoeira e poder dizer " QUE ELA FOI MEU PRINCIPIO, É O MEU MEIO E SERÁ O MEU FIM ".

SALVE Á TODOS OS CAPOEIRA !!!!!





















































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PROFESSOR RIBAMAR / ZÉ DOCA - MA.








JOSE RIBAMAR RIBEIRO ROCHA,nascido em / /19 - Casado, Natural de Zé Doca - Ma
Comecei a treinar Capoeira em 1998 no Grupo Cativos, quando meu Profº saiu para montar seu trabalho eu o acompanhei, onde fiquei até 2004.
Depois fui morar em Belem do Pará e em 2005 á 2008, voltei a treinar em um grupo chamado Origem Brasileira.

Me desliguei do grupo por voltar morar em Zé Doca.

Em 2009 conheci o Mestre Militar em um evento na cidade de Pindaré - Ma, e por gostar do estilo e da pessoa do Mestre, convidei o mesmo para conhecer minha cidade e o trabalho que estava desenvolvendo e que gostaria de ser aluno dele.

e como tudo saiu como eu queria, hoje estou fazendo parte dessa Grande Familia e agradeço tudo isso ao meu Mestre por ser uma pessoa compriensiva e que tem me ajudado muito em meu trabalho com a Capoeira na cidade de Zé Doca.

Tenho o orgulho de ser capoeira e dizer que ela é minha vida !!






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ESTAGIARIO LAMPIÃO / PAÇO DO LUMIAR - MA.


VICTOR EMANOEL - 19/05/1983 -
























MEU NOME É VICTOR EMANOEL MARTINS LIMA

TIVE O MEU PRIMEIRO CONTATO COM A CAPOEIRA AOS 18 ANOS EM 2001 NA ESCOLA CEGEL LOCALIZADA NO CENTRO DA CIDADE DE SÃO LUIS-MA COM O MESTRE MILITAR, POIS CONHECI A ASSOCIAÇÃO GRUPO "K" DE CAPOEIRA ATRAVÉS DO RENATO QUE HOJE É PROFESSOR "CARANGUEJO".

HOJE EU SOU UM ESTAGIÁRIO, RESIDO NA CIDADE DE PAÇO DO LUMIAR-MA NO BAIRRO DO MAIOBÃO ONDE LECIONO AULAS, SENDO SUPERVISIONADO PELO MESTRE MILITAR , TAMBEM REALIZO TRABALHOS SOCIO- CULTURAIS DENTRO DE COMUNIDADES CARENTES DO MEU MUNICIPIO.



CONTATO : (098)3237 6224/87088918

EMAIL:victor_slz_@hotmail.com





























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MESTRANDO - JOANILSON / SÃO LUIS - MA.





















JOANILSON F. DA SILVA, 22/07/1985 -






















































































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MONITOR MAURÃO - ROSARIO - MA.











































































































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ESTAGIARIO: LEANDRO - ROSARIO - MA.
























































































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GRADUADO 3º ANO - ADALTO / SANTA LUZIA - MA.


MEU NOME É ADALTO PEREIRA FILHO















NASCIDO NO DIA 12 DE DEZEMBRO DE 1988 EM SANTA LUZIA - MA.

Tenho 21 Anos, e Pratico Capoeira desde os meus 10 anos de idade
Comecei á praticar a capoeira com Ivan do Grupo Raízes da África, hoje o Estagiário: Ivan, do grupo K de Capoeira.
Com quem treinei por vários anos.
Depois fiquei por um longo período sem qualquer filiação ou supervisão, por não ter nem um grupo que eu me Identifica-se ou trabalha-se com a minha visão de capoeira, uma arte marcial genuína brasileira.

Fui apresentado ao Mestre Militar por uma de suas alunas no ano de 2001, tive oportunidade de conhecer sua capoeira, algo que veio a contento pois era uma capoeira contemporânea baseada na tradição da arte capoeira. Faço parte da Associação Grupo " K " de Capoeira e ministro aulas em Santa Luzia –MA com o auxilio do estagiário Tercio, Tarcisio e Ivan .
E com a Supervisão de Carlos Adalberto Almeida Costa ( MESTRE MILITAR ) de SÃO LUIS - MA.


ADALTO P. FILHO, 12/12/1988 -





















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PROFESSOR PAULO / SÃO LUIS - MA.




















PAULO FRANÇA - Estudava em uma antiga escola que se localizava no bairrro do Monte Castelo em São Luis do MA. Lá tive meu primeiro contato com a capoeira no ano de 2001 no Abadá Capoeira.
Onde treinei apenas três anos, pois sempre treinava escondido logo após as aulas. E por proibição da minha mãe, me afastei da capoeira durante 1 ano.
Nesse mesmo período tive contato com um amigo que treinava no Grupo “K” de Capoeira, o mesmo convidou-me para assistir um batizado que haveria em uma Escola que o grupo desenvolvia trabalho. Lá conheci Carlos Adalberto o Mestre Militar,fiquei impressionado com a sua Capoeira.
No dia 30 de Maio de 2005, ingressei no Grupo “K” de Capoeira, e graças a DEUS continuo até hoje.
Lembro de uma frase que meu pai um dia me falou:
“O QUE NÃO MATA, FORTALECE.”
Tenho esta frase como um incentivo para nunca desistir dos meus objetivos!
TORNAR-ME UM GRANDE MESTRE DE CAPOEIRA.


PAULO HENRIQUE DA S. FRANÇA, 21/08/1986 -







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INSTRUTOR - BRANCO / ANAPURUS - MA.






















FRANCISCO DE ASSIS L. SANTOS, 14/12/1988





















































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INSTRUTOR PENA / AÇAILANDIA -MA
























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MONITOR - ANTONIEL / SÃO LUIS - MA.




















ANTONIEL C. TEIXEIRA, 14/03/1990 -
























































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O HINO DO GRUPO " K " DE CAPOEIRA





RITMO: SÃO BENTO GRANDE


MUSICA: VENHA VER
AUTORA: MESTRE MILITAR E MESTRANDO: JOANILSON




( CORRO ) 2ª VEZES


MEU CAMARADA CORRA.. VENHA VER

O GRUPO K VEIO SE APRESENTAR..

QUEM NUNCA VIU O MEU MESTRE JOGANDO, ELE CANTANDO.. VAI SE ADMIRAR..


(CORRO ).

II


OLHA !! ESSE GRUPO É ORDEM E PROGRESSO....

JÁ FAZ SUCESSO EM QUAL QUER LUGAR

NOSSA HISTORIA, QUE NOS FAZ GIGANTES

SAMOS REPRESENTANTES DA ARTE POPULAR... VEM VER !!!


( CORRO ).

III


ATÊ MESMO AS NOSSAS CRIANÇAS.....

SABEM O QUE QUEREM QUANDO ELAS CRECEREM

MUITOS SONHAM EM SER DOTOR, ADVOGADO

MAIS SEM CAPOEIRA NÃO SABEM VIVER... VEM VER !!


(CORRO).


IV


ATÉ MESMO QUEM NÃO É CAPOEIRA.....

NÃO PODE OUVIR O SOM DO BERIMBAU

SE QUER FAZER PARTE DA NOSSA.. HISTORIA

VENHA SEM DEMORA NÃO FIQUE A ESPERAR !!


( CORRO ).

AUTORES: MESTRE MILITAR E MESTRANDO JOANILSON


CONTATO PARA FILIAÇÕES, CURSOS E PALESTRAS: 0(98) 8862 – 2162 OU PELO E-MAIL: mestremilitar@hotmail.com / mestremilitarmaranhao@yahoo.com.br

MESTRE WALDEMAR DA PAIXÃO











Mestre Waldemar




O Mestre Waldemar, Waldemar Rodrigues da Paixão, Mestre de Capoeira Baiano, nascido em Ilha de Maré, Bahia em 1946.

Conhecido como Waldemar da Liberdade ou Waldemar do Pero Vaz, um dos nomes do bairro e da rua onde implantou sua capoeira.

Naquela época se aprendia a capoeira muita das vezes aleatoriamente e muitas vezes com amigos, mais o seu aprendizado deu-se com os Mestres: Canário Pardo, Siri-de-Mangue, Ricardo da ilha de maré, Talabi e Piri-piri.

A fama de Waldemar como Capoeirista e Mestre de Capoeira aparece nos anos de 1940. Ele implantou um barracão na invasão do Corta-Braço, hoje o Bairro da Liberdade, onde realizava suas rodas de capoeira todos os domingos, também ensinava na Rampa do Mercado na Cidade Baixa. Um de seus grandes prazeres nas rodas de capoeira o qual o deixou bastante conhecido era jogar ao som do toque São Bento pequeno ou (angola invertida).

Aos poucos o Mestre Waldemar por ser um homem pacato, não gostar de barulho e era o único que mantia a tradição da capoeira do passado.
Aos pouco, foi conquistando toda a sociedade por ele trabalhar de forma diferenciada dos outros de sua época.
Atraindo assim acadêmicos, artistas, jornalistas e turistas de varias partes do mundo, para o bairro da Liberdade. Os etnólogos Anthony Leeds em 1950 e Simone Dreyfus em 1955 gravaram o som de seu berimbaus. O escultor Mário Cravo e o pintor Carybé, também capoeiristas, freqüentam o barracão. Mais tarde, a maior parte dos capoeiristas de nome afirmam ter ido na capoeira de Waldemar.

Mestre Waldemar também foi um grande mestre tanto entre Bimba quanto Pastinha ele sempre demonstrou suas qualidades nas rodas foi um grande jogador e foi conhecido como um dos melhores cantadores de músicas de capoeira na Bahia.

Foi a ideia do Mestre Waldemar da Liberdade, cantar demorados solos antes do jogo (hoje chamados ladainhas). Ele deixou marcas registradas na Capoeira que nunca se apagou e nunca vão apagar, foi como o próprio Mestre Waldemar reivindicou, em depoimento a Kay Shaffer, ter inventado as pinturas nos berimbaus, assim como usar o arame de pneu sem queimar o pneu.

Mestre Waldemar, como bom capoeirista, andou na sombra. Ficou discreto sobre suas atividades e breve em sua fala. Mal existem fotos dele antes de velho. Não procurou a fama e, apesar de seu notado talento de cantor e de tocador de berimbau, não integrou muito o mercado de espetáculo turístico. Também, a música que se escuta nas gravações de 1950 e 1955 é coletiva, sempre tendo, ao menos, um dialogo de dois berimbaus.

Outro prazer do Mestre era era lecionar para seus alunos, mesmo na roda, mesmo quando não era dia de treino ele continuava dando prosseguimento à tradição do ensino da capoeira daquela época que era informal.
Nas rodas do mestre Waldemar não era exigida nem uma indumentária, o capoeirista participava com a roupa do dia-a-dia, ou seja, nas rodas que ocorriam dias de semana nos mercados, bares, feiras e praças públicas com o intuito de arrecadar dinheiro dos que assistiam, esse dinheiro era dividido entre os capoeiristas. Mas nas rodas tradicionais que ocorria no barracão aos domingos os capoeiristas tinham que estar vestidos a rigor com terno de linho branco.

Essas tradições incrivelmente foram mantidas só por Waldemar Rodrigues da Paixão que aos 71 anos de idade afastou-se totalmente das rodas de capoeira por sofrer do mal de Parkinson, encontrando a sua sobrevivencia na venda de berimbaus de sua fabricação.

Em 1980 o Mestre Waldemar, velho, impossibilitado de jogar capoeira e de tocar berimbau pela doença , ele na ocasiões ainda gravou um CD com Mestre Canjiquinha




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PUXADA DE REDE

A PUXADA DE REDE






A Puxada de rede e um teatro folclórico que retrata a historia de um pescador que ao sair para o mar em plena noite para trazer o sustento da família, sua mulher tem um mau pressentimento, e passa á se preocupar com a partida do marido e ate mesmo tenta assusta-lo dizendo dos perigos de sair á noite, mas o pescador lembrou apenas que tinha que trazer o sustento que lhes faltava.
despediu-se de sua esposa deixando-a seus filhos assustados e chorando.

O pescador sai para o mar em companhia de outros pescadores (seus Amigos de pesca) e levando consigo uma imagem de Nossa Senhora dos Navegantes e a benção de Deus.

Os pescadores ficaram de retorna ás cinco horas da manhã, e muito antes do horário previsto para a volta dos pescadores a mulher do pescador que ficou na praia ate na hora do arrasto, teve uma visão estranha.
Ela vê o barco voltando com todos á bordo muitos tristes e alguns até chorando desesperadamente .

Mas na realidade quando os pescadores desembarcam , ela dá pela falta do marido e os pescadores dizem a ela que ele descuidou-se e caiu no mar e que devido a escuridão da noite , não foi possível encontrá-lo, ficando o seu marido perdido na imensidão das águas.

Ao amanhecer, quando os pescadores foram fazer o arrasto da rede que ficara no mar , eles notaram que por ter sido aquela noite de pouca pesca ,a rede estava pesada demais .




Ao chegar todo o arrasto á praia , já com dia claro,os pescadores viram no meio dos poucos peixes que vieram, o corpo do pescador desaparecido . A tristeza e o desespero tomou conta de todos ali presentes, e que ainda tinham a esperança de encontrá-lo com vida.

E pelo fato do pescador nunca ter tido uma situação financeira boa e não ser possuidor de alguma renda não deixou nada para sua esposa que tanto lê amava . essa por sua vez não podia comprar um caixão para enterra seu marido . Por tanto segue-se então o ritual fúnebre do pescador e o seu corpo carregado nos ombros pelos amigos que estavam com ele no mar. desta forma o cortejo segue pela praia.




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MACULELÊ

O MACULELÊ







O maculelê era uma dança comum em Santo Amaro da Purificação (Bahia) nas festas de comemoração do dia de Nossa Senhora da Purificação padroeira da cidade que era comemorado no dia 02 de fevereiro, até hoje é discutido a respeito da sua origem alguns estudiosos afirmam que foi trazido pelos negros africanos e aqui no Brasil foi mesclado com elementos da cultura indígena para proteger-se das chibatadas dos feitores os negros se defendiam com pedaços de pau e facões, esquivando o corpo como uma dança.

Outras versões foram criadas ao longo do tempo como a que o maculelê fosse originário do Cucubi, uma dança em que os negros batiam pedaços roliços de madeira, ao som de cantos.





Outra versão diz que o maculelê é uma manifestação popular de origem africana que se desenvolveu nos canaviais santo amarense no século XVIII, era como a prática da capoeira, era uma luta disfarçada em dança, só que ao invés de armas e facões, os negros utilizavam pedaços de cana nas mãos. Com o passar do tempo morreram muitos praticantes e por ser passada de pai para filhos foi ficando esquecida por muitos anos nas festas de Santo Amaro.

Mais em 1943, surge dentre os santo amarenses um homem chamado Paulínio Aluísio de Andrade, conhecido como “Popó do Maculelê”, reuniu-se com amigos e parentes passando a ensiná-los com base em suas recordações formando assim um grupo no qual ficou conhecido como “Conjunto de Maculelê de santo Amaro” aprenderam a dança do Maculelê e passaram a ajudar na divulgação pelo Brasil, hoje o maculelê está incorporado à capoeira, em quase todos os batizados de capoeira.





Registros constam que a mais de 150 anos atrás havia uma africana chamada Raimunda Quitéria, que apesar da idade de 110 anos ainda tinha força para limpar todo terreiro da igreja da Purificação para as apresentações de maculelê, e por falta de registros mais específicos do maculelê não temos muitos estudos que fortaleçam nossos conhecimentos sobre essa espécie de luta ou dança e sua origem deve a fusão de conhecimentos de negros e índios.




Então fica resumido que o maculelê era uma dança dramática em que na sua execução os negros batiam pedaços de madeira roliços acompanhados por cânticos, hoje ele é executado de várias formas com a participação de homens e mulheres, pois só homens participavam da brincadeira com pedaços de madeira, facões e tem grupos que o apresentam soltando fogo pela boca.

Essa transformação passou a ocorrer desde 1966 quando o maculelê saiu pela 1ª vez da Bahia para fazer parte da escola de samba “Império Serrano” no carnaval do Rio de Janeiro através do grupo “Viva Bahia” que ficou famoso por divulgar várias manifestações culturais, neste grupo fazia parte o aluno de Mestre Bimba Chamado “Saci”, mas muitos outros alunos de Bimba já praticavam como já foi comentado, até que Mestre Bimba resolveu criar um grupo para apresentações, esse grupo foi treinado por Paponê integrante do “Viva Bahia” e era irmão do capanga, um aluno de Bimba.





O 1° grupo a ter acesso no Rio de Janeiro às aulas de maculelê foi o Senzala através de Augusto José Francisco Lopes (Mestre Baiano Anzol), aluno de Mestre Bimba quando chegou no Rio de Janeiro em 1968 nesta mesma época pelo mesmo foi implantado o samba de roda, o samba duro e a puxada de rede.




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BEZOURO MANGAGÁ





Bezouro Mangangá
Manoel Henrique Pereira, filho de João Grosso e Maria Harifa, nascido em 1897 aprendeu capoeira quando criança com o Mestre Alípio, na rua do trapiche de baixo em Santo Amaro da Purificação recebeu o apelido de Bezouro Mangangá por causa da sua semelhança com o inseto de cor preta azulada e por sua facilidade de desaparecer quando queria ou quando era necessário.

Muitos naquela época acreditavam que a facilidade de desaparecer era devido aos poderes sobrenaturais, mais de qualquer forma Bezouro sempre andava acompanhado do seu “patuá” costume de quase todos os negros da época.

Bezouro nunca teve profissão definida e nem emprego fixo por isso muitas vezes tinha que se deslocar de Santo Amaro da Purificação para Maracangalha e vice-versa trabalhando em fazendas e usinas. Bezouro era negro forte tanto em porte físico quanto de personalidade e por ser homem de não levar desaforo para casa certa vez desempregado, Bezouro foi até a usina colônia que hoje é chamada de Santa Eliza em Santo Amaro da Purificação, conseguiu trabalho de uma semana quando chegou o dia do pagamento o patrão acostumado a não pagar e ainda dava uma surra e amarrava os empregados no tronco durante 24 horas quis fazer o mesmo com Bezouro, só que a história foi diferente, quando a patrão chamou e disse que não pagaria, foi segurado pelo cavanhaque e forçado a pagar depois de tremenda surra.

Outro episódio aconteceu com a polícia, Bezouro como muitos capoeiristas da época não gostavam da polícia, muitas vezes acabavam se envolvendo em complicações com estes. Bezouro como era muito valente tomava-lhes as armas e os levava até o quartel.

Mais certa vez no largo de Santa Cruz em Santo Amaro da Purificação, obrigou um soldado a beber uma quantidade muito grande de cachaça, o policial comunicou posteriormente o fato ao cabo José Costa que enviou tropas para conduzi-lo preso vivo ou morto.





Ao ver a aproximação da polícia Bezouro fugiu do bar e correu encostando-se na cruz do largo e abriu os braços dizendo que não iria se entregar, depois de violenta fuzilada Bezouro caiu no chão fingindo que estava morto, pois foi isso que todos pensaram quando inesperadamente levantou-se e ordenou que o cabo da patrulha levantasse as mãos e os outros fossem embora, feita essa façanha saiu cantando. Apesar de valente Bezouro era brincalhão e metido a protetor dos mais fracos e oprimidos ao ponto de ajudar muitas pessoas nas brigas com os proprietários de fazendas e a polícia (um verdadeiro desordeiro)

Mas devido à falta de registro muitos criaram versões sobre a morte de Bezouro, uma diz que ele foi ferido a punhal por um rapaz traiçoeiramente quando estava bebendo numa venda, Bezouro ficou agonizando durante um dia com o intestino a mostra até que o levassem à Santa Casa onde ele morreu.

Outra que muitos dizem ser verdadeira é que certa vez trabalhando em uma fazenda que tinha como dono o Dr. Zeca, o seu filho Memeu desentendeu-se com Bezouro jurando-o de morte, Dr. Zeca sabedor da fama de Bezouro e também que ele não sabia ler usou sua influência e mandou pelo próprio Bezouro uma carta para seu amigo administrador de Maracangalha, pedindo que liquidasse o portador.

Chegando ao local o Dr. Pediu que Bezouro aguardasse até o dia seguinte.

Pela manhã, quando foi buscar a resposta foi cercado por 40 soldados que dispararam tiros sem conseguir atingir Bezouro, foi quando Euzébio de Quibaca notou que Bezouro esquiava-se dos tiros gingando de um lado para o outro, aproximou-se vagarosamente e aplicou-lhe um golpe com uma faca de tucum, muitos dizem que esse tipo de faca tinha feitiço e só por isso conseguiu matar Bezouro.

Bezouro Mangangá morreu em 1924, aos 27 anos restando só dois discípulos: o Mestre Siri de Mangue e o Mestre Cobrinha Verde, hoje falecidos.





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MANDUCA DA PRAIA

Manduca da Praia








A capoeira do estado do Rio de Janeiro também teve seu palco, ou seja, teve sua história.

Vamos começar por Manduca da Praia, sabemos que existiram outros, mas minha memória não falha e esse homem foi o melhor capoeira.

Iniciou sua carreira de valentão e destemido por volta de 1850 agredindo touros bravos sobre os quais saltava, possuídos de muita força física e “destro como uma sombra”, Manduca aprendeu a malandragem e a valentia nas ruas de Rio de Janeiro.

Na época em que perigosos capoeiristas como Pedro cobra, Mamede, Quebra coco, Aleixo açougueiro, Bem-te-vi e outros faziam suas leis.

Manduca era pardo claro, alto e desde cedo se destacou no uso de navalha, punhal e de porrete de madeira que era seu companheiro inseparável e dos valentões da época, Manduca também era ágil na aplicação da rasteira na banda, cabeçada, no soco e no rabo de arraia.

Manduca tinha além da capoeira algo mais, que era sua inteligência fria, calculista e implacável aliada a uma sede de poder, de status e dinheiro, tinha uma visão de homem de negócios.

Era a época em que as maltas de Rio de Janeiro como a dos Guiamuns e a dos Nagôas



que aterrorizavam a população carioca, e época que a capoeira era jogada sem instrumento e sem floreio, era uma espécie de briga de rua e era perseguida pela polícia, mas o Manduca não fazia parte de nem uma das maltas existentes na época,dizia que isso atrapalharia os seus negócios, sendo Capoeira por sua conta e risco.

Foi capanga e guarda costas de ilustres políticos e nos esfaqueamentos e nos sarrilhos do momento ninguém lhe disputava a competência.

Nas eleições do bairro de São José ele dava as cartas, fazia o que queria com as cédulas, foi titular de 27 processos por ferimentos leves e graves e sempre foi absolvido pela influência que possuía.

Sua fama cresceu ainda mais pela chegada de um deputado português Santana que gostava de brigas.

Ouvindo falar de Manduca da Praia não tardou em procurá-lo, ao encontrá-lo houve desafio e depois de muito Santana e Manduca foram beber champagne e passaram a ser amigos. Manduca passou a viver só de seus conhecimentos nas altas esferas do poder e da banca de peixe que montou na praça do mercado onde passou a ganhar muito dinheiro, pois Manduca era inteligente e tinha o senso de negócios.

Além disso, cuidava de sua aparência, mesmo já sendo um homem maduro gostava de usar uma barba crescida em ponta grisalha e cor de cobre, ele nunca dispensava o casaco grosso e comprido com uma grande corrente de ouro a qual prendia o relógio, tinha olhos grandes e andava compassadamente desembaraçado.

O manduca fez fama e soube ganhar dinheiro foi temido e respeitado mesmo com idade avançada, a sua presença introduzia temor e confiança, ao mesmo tempo Manduca foi feliz.


MUSICA EM HOMENAGEM A MANDUCA DA PRAIA.


Que barulho é esse é um tal de zum zum zum

Que barulho é esse é um tal de zum zum zum

Foi o Manduca da praia que acabou de matar um

Foi o Manduca da praia que acabou de matar um

Quando a policia chegou foi um tal de auê auê

Quando a policia chegou foi um tal de auê auê

Vamos embora seu moço que essa briga é pra vale

Vamos embora seu moço que essa briga é pra vale



falaremos tambem de um outro herdeiro desta malandragem: O CIRIACO.

A capoeira do Rio de Janeiro não vivia só da fama de arte-marginal.

Identificamos e só assim fica provado que a capoeira sempre foi luta, na época de 1909 a revista “O Malho” de 15 de maio de 1909 divulga o jiu-jitsu contra a capoeira. Ciriaco – O herói – foi vitorioso, o estivador Ciriaco.

O japonês Sada Miako, lecionava no concerto avenida – teatro que era difundido pela Marinha do Brasil.

Esta vitória deu-se no pavilhão internacional de empresa Pascoal Segreto na avenida central hoje chamada de Rio Branco, Ciriaco morreu em 18 de maio de 1912 nesta época no Rio de Janeiro a capoeira não era dominada só por negros, havia brancos que também a praticavam.



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O MADAME SATÃ

MADAME SATÃ







Um grande capoeirista que faz parte da história da capoeira do Rio de Janeiro, este não foi diferente de tantos outros que existiam em outros estados exceto alguns de seus comportamentos.


João Francisco dos Santos nasceu em Glória do Goitá, 25 de fevereiro de 1900 — Rio de Janeiro, mais conhecido como Madame Satã, foi um transformista brasileiro, personagem emblemático da vida noturna e marginal do Rio de Janeiro na primeira metade do século XX.

Criado numa família de dezessete irmãos, João Francisco chegou a ser trocado, quando criança, por uma égua. Jovem, foi para Recife, onde viveu de bicos. Posteriormente, mudou-se para o Rio, indo morar no bairro da Lapa. Analfabeto, o melhor emprego que conseguiu foi o de carregador de marmitas. Mas há quem diga que foi cozinheiro de mão-cheia. Foram fatores de sua marginalização o fato de ser negro, pobre e homossexual.

Dotado de uma índole irônica e extrovertida, ele logo pegou gosto pelo carnaval carioca. Foi assim que, em 1942, ao desfilar no bloco-de-rua Caçador de Veados, surgiu seu apelido. O transformista se apresentou com a fantasia Madame Satã, inspirada em filme homônimo de Cecil B. DeMille.

Era freqüentador assíduo do bairro da Lapa, ( reduto carioca da malandragem e boemia na década de 30 ), onde muitas vezes trabalhou como segurança de casas noturnas. Cuidava que as meretrizes não fossem vítimas de estupro ou de agressão.

João Francisco dos Santos, aprendeu a sobreviver foi no porto carioca, onde aprendeu usar navalha, o jogo de cartas e a capoeira com estivadores negros descendentes de escravos angolanos, dentre eles o seu mestre Gavião companheiro de Edgar e “meia noite”.

ASSIM COMEÇA A FAMA DE MADAME SATÃ!!

As maltas cariocas foram extintas em 1908 à 1910 e os capoeiristas que não foram mortos pela polícia morreram nos presídios. E poucos se safaram deste genocídio, o capoeirista para sobreviver teve que mudar seu estilo de vida, mais novos vadios, malandros capoeiristas surgiram, andavam muitas vezes sozinhos e passaram a não ser mais temidos por sua valentia, zanzavam pelos bares da boêmia portuária morando em cortiços, o vadio não representava ser uma ameaça como no tempo das maltas.
No meio desta boêmia surgiu João Francisco, um negro de 1,90m, pesando quase 100 kg de músculos com cabelos longos alisados, costumava usar camisa de seda, pantalona branca de boca apertada e tamanco (chinelo) de cara de gato.
Sua fama de malandro começou aos 13 anos de idade quando começou a cometer pequenos furtos a favores libidinosos, com marujos europeus o que lhe garantia a entrada em cabarés, botequins e cassinos.
Sempre demonstrava que era um bom capoeirista e sempre estava se envolvendo em brigas.

Foi preso várias vezes. Freqüentemente, Madame Satã enfrentava a polícia, sendo detido por desacato à autoridade. Exímio capoeirista, lutou por diversas vezes contra mais de um policial, geralmente em resposta a insultos que tivessem como alvo mendigos, prostitutas, travestis e negros.

Certo tempo foi convidado para fazer parte do grupo de bailado na figura de transformista “mulata balacochê” no cabaré chamado “cú da mãe” assim foi ficando famoso.
Recebia seus salários com carteira assinada, só assim para sair das brigas e não ser mais alvo de batidas policiais.

Mais como nós só somos tentados naquilo que gostamos certo dia Madame Satã deparou-se com o malandro que trabalhava de vigilante que era conhecido como Alberto 28, que com certeza por despeito para mostrar serviço na zona, começou lhe deferir palavras como: veado, marginal, puto e etc. Madame Satã evitando, fingiu que não ouvia, mas Alberto queria mesmo era confusão e lhe aplicou uma coronhada que João cambaleou.

Após esse episódio João Francisco se dirigiu para seu quarto na pensão em que morava doido de ódio. No momento não revidou por pensar na oportunidade que todos lhe deram: a polícia, a sociedade como um todo e segurou a onda.

Mais ao chegar em seu quarto deparou-se com seu espelho e viu seu rosto todo ensagüetado, colocou um revólver 38 na cintura e foi atrás do Alberto 28 ao encontra-lo, não conversou e acabou com a vida do mesmo com um tiro na testa.
Sabe-se que esta foi a finalização da carreira de Madame Satã, foi preso e encaminhado para o Instituto Penal Cândido Mendes localizado na praia de Dois Irmãos na Ilha Grande Litoral do Rio de Janeiro, Angra dos Reis, foi construída em 1940 para lá foram mandados muitos presos políticos, desordeiros capoeiristas e criminosos perigosos.
Foi condenado a 19 anos de reclusão, mais lá dentro da penitenciária tornou-se respeitado, no fim de sua sentença não lhe restou outra oportunidade, já em idade avançada foi morar em um quarto de cortiço em total miséria. João Francisco homem valente derrubou vários vadios de sua época com sua canhota, sua navalha, suas bandas e rasteiras.
Como ficou registrado ele também teria matado com um soco na nuca o sambista Geraldo Pereira que aparentemente tinha sua estatura.


O rei da malandragem o João Francisco (Madame Satã) morreu no dia 11 de abril de 1976 onde morava, por enfarte do miocárdio.



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O QUILOMBO DE PALMARES








QUILOMBO DE PALMARES.

O Brasil A partir do século XVI foi palco de uma das maiores violências contra um povo. Milhares de negros foram trazidos da África, Angola e Nigéria pelos colonizadores portugueses para serem escravos nas lavouras de cana-de-açúcar, cruzaram o oceano como animais em grandes navios negreiros. Pernambuco, Bahia, Espirito Santo,Rio de Janeiro e Maranhão foram os portos finais da maior parte desse tráfico. Ao contrário do que muitos pensam os negros não aceitaram pacificamente o cativeiro. Registramos em toda história brasileira episódios onde os escravos se rebelaram contra a humilhante situação em que viviam, e o resultado dessa resistência foi a criação de quilombos, comunidades organizadas pelos negros fugitivos em locais de difícil acesso com o objetivo de fugir da agressão que sofriam todos os dias.
Dentre vários quilombos existentes no Brasil falaremos de um que foi o símbolo da resistência à escravidão. Só foi registrada sua existência nas últimas décadas do século XVI, Quilombo de Palmares e seu rei Zumbi.
O Quilombo de Palmares fica localizado na Serra da Barriga área entre Alagoas e Pernambuco, hoje estado de Alagoas. No começo o Quilombo de Palmares (cujo nome vem pelo fato da localidade ser composta de muitas palmeiras, sua comunidade também era denominada de palmarinos) tinha sua comunidade formada de escravos em sua malhoria de origem angolana, fugidos das fazendas de cana-de-açúcar da região, após 100 anos de existência do Quilombo, índios, brancos marginalizados e desertores (fugitivos da sociedade escravista) juntaram-se à população negra.
Quilombo de Palmares era um povoado grande para os padrões da época, o Quilombo abrigava cerca de 30 mil habitantes e incluía nove aldeias chamadas de Mocambos (que significava “esconderijo” no dialeto banto falado pelos negros). Apesar da aura utopia o Quilombo tinha pouco de sociedade alternativa, pelo contrário, a palavra Kilombo em banto quer dizer algo como “sociedade guerreira” com rigorosa disciplina, onde havia até pena de morte para adultério, roubo e deserção, toda a lavoura e colheita eram feitas em regime de mutirão onde era dividido tudo que se colhia.
Quilombo de Palmares como era uma sociedade organizada e era comandada por um rei o título de Gangazumba (grande chefe) e também um conselho composto pelos chefes dos vários mocambos.
A existência do Quilombo estimulava as fugas de escravos por isso os fazendeiros da região reuniram várias mílicias para atacar Palmares durante todo o século XVII.
Diante de muitos conflitos e a morte de quase toda sua família, Gangazumba aceitou um acordo de paz com os brancos em 1678. Gangazumba assinou o acordo pensando na melhoria de vida e o fim da escravidão e perseguição.
Mas alguns palmarinos não concordavam com a idéia assim como seu sobrinho Zumbi. Gangazumba resolveu ir embora com os que concordaram com ele, com o passar do tempo esses mesmos negros enfurecidos assassinaram Gangazumba dando-lhe vinho envenenado, após dois anos assumiu o seu lugar de rei o seu sobrinho Zumbi e os negros que mataram Gangazumba passaram a integrar seu exército, a palavra Zumbi em banto é uma derivação da palavra deus, ou seja, só depois da morte de Gangazumba que Francisco obteve o nome de Zumbi.



O REI ZUMBI, O GUERREIRO DE PALMARES !!






Zumbi nasceu em 1655, filho de Sabina e tinha como sua avó a PRINCESA NEGRA( Aqualtune) que chegou como escrava no Brasil em 1597 e no mesmo ano fugio e com outros negro criaram Palmares.
Aqualtune teve varios que se tornaram chefes de Mocanbos: GANGA ZUMBA , GANFA ZONA E SABINA mãe de ZUMBI.
ZUMBI ainda recém-nascido foi capturado por um soldado da expedição comandada por Bráz da Rocha Cardoso, ele foi dado a um padre chamado Antônio Melo do Distrito de Porto Calvo que o batizou de Francisco e o ensinou o português, matematica, latim e religião fazendo dele o seu coroinha, fugindo aos 15 anos de idade de volta a Palmares, Zumbi dedicou-se a guerra e assaltar fazendas e aos 19 anos tornou-se chefe de mocanbos.
e por ser muito inteligente demais tomou a confiaça de todos e foi nomeado a comandante das armas por Ganga Zumba.
Porem nas lutas travadas em 1974, Zumbi surgiu como um grande e valente guerreiro, nesse combate ele levou 02 tiros os quais os deixaram coxo, mais memo assim continuava a combater com muita corragem.
Seu nome começou a virar lenda. E logo após a morte de Ganga Zumba e o acordo de Paz que ele assinou com o Governo de Pernambuco na pessoa do Srº- Pedro de Almeida que dizia que os Palmarinos ou seja os negros, indios e todos nascidos em Palmares se tornariam livres, e os fugitivos seriam entregues a seus donos.
Zumbi tornou-se Rei e não aceitou, por quer pra ele não se tratava de viver livre e sim de libertar os que ainda se encontravam escravos.
O Rei de Portugal até se meteu na briga por duas vezes, espalhando varios editais por todas as vilas vizinhas a Palmares, sabendo que iria chegar a Zumbi. os editais diziam assim: que o Rei zumbi poderia morar onde quiser, era só parar de lutar contra a escravidão, por quer tem que ter escravo, sem escravos não tem açucar, sem açucar não tem Brasil e sem Brasil não tem Portugal.
Mas Zumbi pensava diferente e sua resposta ao Rei de Portugal foi: pode ter açucar sem escravos, pode ter Brasil sem açucar e Portugal que se vire.


Não tendo acordo por parte de Zumbi em 1694, os portugueses decidiram acabar com o Quilombo de Palmares que mesmo com seu sofisticado sistema de paliçadas e fossas repletas de paus pontiagudos não resistiu às três últimas investidas da expedição comandada pelo paulista Domingos Jorge Velho que teve como promessa tomar as terras de Palmares, caso conseguisse derrotar Zumbi. No dia 07 de Fevereiro de 1694, só avia mortos e feridos em Palmares, e Zumbi mesmo ferido com um tiro consegui fugir para a mata.
Depois de quase um anos refugiado em uma caverna na mata, um de seus homens de confiança ao ser capturado pelos invasores revelou sob tortura onde era o esconderijo de Zumbi.
Em 20 de novembro de 1695, Zumbi foi capturado por mais de 20 homens e morto com dois tiros a queima roupa disparados por Domingos Jorge Velho





Na época Zumbi tinha 40 anos e teve a sua cabeça cortada e pendurada por Andre Furtado de Mendonça em um pau exposto em praça pública da Vila do Recife como símbolo do fim da rebeldia dos negros.

Com o fim oficial da escravidão em 1888 outros motivos passaram a alimentar a lembrança de Palmares, e de outro Quilombos existentes em todo o Brasil. Assim como as Revoltas que ocorreram: A Sabinada, A Guerra dos Farapos, A Balaiada que ocorreu no Estado do Maranhão e muitas outras, que hoje tornaram-se elementos históricos fundamentais para os negros e o símbolo da luta contra o racismo, a discriminação e a pobreza.

Este documentário é só para alertar o Capoeira para o estudo aprofundado nas histórias contadas, relacionando a Capoeira a Zumbi que mesmo não sendo Capoeirista deu sua parcela, junto á outros em Estados,Data e Situações diferentes para a construção de nossa Historia e é claro que não deixarei de agradecer á esses homens e mulheres que atraves de suas memorias é Fortalecida a nossa Arte.

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Desde 1994 quando comecei um trabalho voltado para a profissionalização da capoeira tenho levantado a tese de que Zumbi nunca foi capoeirista (isto não passa de lenda). Hoje estou muito mais fortalecido por Esdras Magalhães Santos (Mestre Damião) trabalhar a mesma linha de pensamento que eu tenho.

ZUMBI MORREU NO DIA 20 DE NOVEMBRO DE 1695, E PARA TIRAR QUAL QUER DUVIDA EM 1971 ALGUNS ATIVISTAS DO GRUPO PALMARES DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, CONCLUIRAM QUE A MORTE DE ZUMBI, OCORREU MESMO NO DIA 20 DE NOVEMBRO DE 1965.
E SÓ NO ANO DE 1978 , O MOVIMENTO NEGRO INCORPOROU O DIA 20 DE NOVEMBRO COMO CELEBRAÇÃO NACIONAL ( O DIA NACIONAL DA CONCIENCIA NEGRA ).



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A ORIGEM DA NOSSA CAPOEIRA




A ORIGEM DA NOSSO ARTE CAPOEIRA.












Sabemos com certeza que a capoeira nasceu em terras brasileiras, mas seu embrião é africano, ou seja, a capoeira foi criada no Brasil em ânsia de liberdade pelos negros africanos que aqui viviam em regime de Escravidão.

O Ritual da luta das Zebras, o N´GOLO e de origem africana e era praticada pelos jovens guerreiros MUCUPES, do sul de Agola.
esse ritual era execultado durante a EFUNDULA ou EFUNDADA, a festa da pruberdade ou seja quando as meninas da tribu, passavam para a condição de mulhar.
Na luta o guerreiro que mais se destacasse poderia escolher sua noiva, sem precisar pagar o dote ao pai da moça.
Essa luta ao chegar no Brasil, sofreu suas transformaçõe. Pois os tempos e as nessecidades eram outras, o negro tinha que lutar conta o senhores de engenhos e feitores das senzalas.

O nome “CAPOEIRA” deu-se pelo motivo dos escravos ao fugirem para a mata cujo nome CAU-POERA. Os senhores mandavam os capitões – do – mato em busca dos escravos, onde os mesmos os atacavam usando os pés, mãos e cabeçada, dando-lhes surras e muitas das vezes matando-os, porém os que sobreviviam voltavam indignados. Então os senhores perguntavam: “Cadê os negros?” e a resposta era: “Nos venceram na cau-poera” mais se referindo ao local (mata – mato improdutivo) onde foram vencidos. Com o tempo essa pronucia foi melhorando ai deu-se o nome da luta que o negro aprenderá de Capoeira.
A capoeira no meio das matas era praticada como luta mortal pelos negros fugidos.

Já os negros nas senzalas a praticavam-na como brinquedo inofensivo, pois ela estava sendo feita por baixo dos olhos do senhor de engenho e dos capitães-do-mato, dando a ela o naquele momento carater de dança, pois ela precisava sobreviver, e logo se transformaria em luta de resistência.








Com as fugas em massa das fazendas, a capoeira se firmava como arma de defesa no meio das grandes matas onde situavam-se os quilombos. Em 1888 a lei Áurea aboliu a escravidão no Brasil. Os negros mesmo assim ainda matavam e roubavam, foram libertos mais não existia emprego e os que não se sujeitaram a voltar para as senzalas para continuar sendo escravos, passaram a cometer delitos para sobreviverem, alguns foram recrutados por partidos politicos pra fraudarem eleições e criarem badernas e comicios, isso ocorreu com mais força nas cidades dos grandes portos como Rio de Janeiro.
Continuando a escravidão em 11 de outubro de 1890 baixou um decreto lei, sobre a imigração que só autorizava a entrada de africanos e asiáticos no país, mediante permissão do congresso nacional.

E com o surgimento das Malta e o crescimento da violência e crimes envolvendo as Maltas do Rio de Janeiro. Cria-se o Decreto lei n°487 de autoria do Sr. Sampaio Ferraz prevendo de 02 a 06 meses de trabalho forçado na ilha de Fernando de Noronha, os Capoeiristas que fossem encontrados fazendo qual quer tipo de atividade corporal.
No artigo 402 que tratava dos vadios capoeiras lia assim: “fazer nas ruas e praças públicas exercícios de agilidade e destreza corporal conhecida pela denominação de capoeiragem, andar em correrias, com armas ou instrumentos capazes de produzir uma lesão corporal, provocando tumulto ou desordens, ameaçando pessoas certas ou incertas, ou incutindo temor de algum mal”.
Pena-prisão celular de 02 a 06 meses.
Parágrafo único: É considerada circunstância agravante pertencer o capoeira a algum bando ou malta, aos chefes ou cabeças se imporá à pena em dobro.
Com isso muitos negros e brancos capoeiristas mesmo sem motivo foram presos e peseguidos pela tal lei. como o Jose Elisio dos Reis ( O Juca Reis ), filho do Conde de Matosinho e dono do Jornal O PAIS.

Mas mesmo antes da existência do código penal nos anos de 1889 e 1890 muitos capoeiristas foram presos por vadiagem e baderna. Esta perseguição durou por todo seculo XIX, e mesmo assim a capoeira sobreviveu e mais tarde transformou-se em arte e cultura popular brasileira e com isso e claro através de muitos ex-escravos que surgiram grandes mestres e amantes da capoeira como: Besouro Mangangá, Madame satã, Manduca da Praia, Siriaco, Waldemar da Paixão, Totonho de Maré, Cobrinha Verde, Canjiquinha, Caiçara Nagé, Traíra, Pedro Mineiro, Porreta, Sete Morte, Vicente Ferreira Pastinha,e muitos outros no Brasil á fora.


É claro que não podemos esquecer quem deu a contribuição maior: Manoel dos Reis Machado, O MESTRE BIMBA, que mais tarde criaria a capoeira regional dando novamente a Capoeira o caráter de luta que sempre foi e sempre será.






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terça-feira, 23 de junho de 2009

NOSSO GRANDE MESTRE MILITAR



NOSSO MESTRE MILITAR



Carlos Adalberto Almeida Costa nascido em 19 de maio de 1971 em Cândido Mendes – MA, iniciou na Capoeira em 1982 com 11 anos de idade com o Mestre Neguinho no Grupo de Capoeira Angolano na escola de dança Pró-Dança que era localizada na Rua 13 de maio no Centro. Onde treinou como bolsista por 4 anos, pois não tinha como pagar por seus pais não gostarem da capoeira, muitas vezes até fugia de casa para participar de algumas rodas, nestas pequenas fugas de casa conheceu vários capoeiristas e passou a ter contato com o Mestre Coquinho que hoje faz parte do quadro de Mestres do Grupo “K” de capoeira.
Na época o Mestre Coquinho lecionava na extinta FEBEM localizada na Fonte do Bispo na Madre Deus no Centro, Mestre Neguinho nunca soube disso.

O Mestre Militar também participou de várias Mostras como: a 1ª Mostra de Capoeira do Centro de Cultura Negra do Maranhão - CCN.




e de Campeonatos como o 1º Inter - Bairro realizado pela Associação de Capoeira Aruandê de Mestre Pirrita e Aruanda do Mestre Jorge Navalha em março de 1988






Teve sua Participação no XV Jem’s de 1987, no governo de Cafeteira, atraves do Profº de ed. fisica da Escola São Lazaro, a qual o Mestre militar estudava na epoca. Sua participação lhe redeu a 1ª colocação.
Logo após Militar passou a fez parte do Grupo de Capoeira Quilombo dos Palmares do Centro de Cultura Negra que era composto por Evandro ( hoje Mestre do Grupo Mara Brasil ), Militar, Nijon, Manoel, Mizinho ( hoje Mestre Mizinho do grupo Arte Maranhão ), Careca, Wilson, Assis e outros, por falta de organização Mestre Militar após 1 Ano e Meio, resolveu sair e passou a treinar com o Mestre Roberto



conhecido como mestre Jacaré que lecionava em uma academia de karatê que era localizada na Rua 18 de novembro, no bairro da Camboa até o ano de 1990.
Em 1991, deu formação ao grupo Nagoas que era sediado provisoriamente na Associação de Moradores na rua da Brasília - Bairro da Liberdade, este grupo tinha em sua formação muitos bons capoeiristas, oriundo de outros grupo como: Careca, Juricabra, Abacate, Cudinho, Mata rato, Daniel, Wilson, Junior de Assis, Cabecinha ( hoje contra-mestre do Grupo Liberdade Negra ), e o Cacá (hoje contra-mestre do Grupo Ludovicense) entre outros.
Apesar de bons capoeiristas fazerem parte do grupo na época e o Mestre militar ficar conhecido, muitas vezes seus participantes se envolverem em confusões só para ter o prazer de testar seus golpes, mas essa atitude rendeu a muitos do grupo inclusive ao Mestre Militar a fama de desordeiro.
O Mestre Militar ao se conscientizar disso viu que a educação que seus pais e algumas pessoas lhe passaram, estava sendo manchada por atos involuntários, apenas pela empolgação da arte e copiando o que costumava ver outros capoeiristas fazendo, muitas vezes acabavam com rodas de outros grupos, o Mestre Militar viu que para ser um bom capoeira não precisaria de má fama e sim ser um bom educador. Em 1994 Mestre Militar deixou de compor o grupo Nagoas e no mesmo ano deu formação ao Grupo “K” de Capoeira com o objetivo de Resgate e Profissionalização da Capoeira em nosso estado. Ele criou o Projeto Capoeira na Escola,Projeto Curumim,Projeto Capoeira na Praça, com objetivo de educar e socializar Crianças e Jovens em situação de risco.
Tambem criou o Projeto Capoeira para Turista Ver, que tem a finalidade de ultrapassar barreiras Internacionais fazemdo apresentações em Hoteis, em periodo de visitação Turisticas com objetivo da valorização da Arte Capoeira praticada no Maranhão.
No Ano de 1998 formou-se Contra-Mestre pela Associação de Apoio à Capoeira




Associação dirigida por Antonio Alberto Carvalho (Mestre Paturi), a partir daí o mestre Militar passou a fazer viagens para ter contato com outros capoeiristas e nessas viagens resolveu conhecer Salvador no ano 2000 onde teve contato com bons Capoeiristas e Mestres como: Neco, Boca Rica, Lua hasta, Cebolinha, Nenel (filho de Bimba), Cafuné e muitos outros alunos de Bimba que compõem a Fundação Mestre Bimba. Também conheceu o Sr. Reinaldo Santana (O Mestre Bigodinho).



que foi aluno do Mestre Waldemar da Paixão.


O Mestre Militar formou-se a Mestre com O Mestre Bigodinho.



Hoje mestre Militar em todos os lugares que paassa, divulga não só o seu trabalho mais também o nome de seu Mestre Bigodinho.

O Mestre Militar foi o unico Mestre de Capoeira a repetir a mesma façanha de Mestre Bimba.



Em 07 de Setembro de 2006, Desfiluo junto as Forças Armadas e apresentou-se com seu Grupo ao governador José Reinaldo e Milhares de Pessoas.




Ele já tinha feito isso em outros anos pelas escolas que trabalha, realizando seus projetos Sociais como: O Projeto Capoeira Na Escola e O Projeto Curumim.





O Mestre Militar, Baseado em feitos do Mestre Bimba e aprimorando seus ensinamentos, consegue tirar de cada exemplo deixado por Bimba o melhor proveito para si próprio e para Capoeira.


O Mestre Militar é Reconhecido a Mestre e Filiado desde 2003 pela Federação de Capoeira do Rio de Janeiro (FCERJ).






E a pela Federação Nacional de Capoeira do Brasil (FNC do BR).






O Mestre tambem é Profissional de Educação Fisica reconhecido pelo Consselho Federal e Estadual de E.D. Fisica CONFEF e CREF-05 RG:000479 - P/MA



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